O que se passa aqui dentro? O Processo de projeto – Parte II

 

Uma frase que me inspira, que me guia, sobre criatividade, do meu mestre, daquele que mudou a forma como pensava em iluminação.

Howard Bransdton diz:

“O que torna grandes projetos de design candidatos a imortalidade é que seus criadores assumiram suas tarefas com curiosidade e mente aberta. Eles associaram uma completa falta de pretensão a um simpático e saudável ceticismo, uma responsabilidade que não pode ser considerada um fardo, mas uma aventura, uma oportunidade de mudar o mundo.”

Para projetar iluminação é preciso dominar teorias e normas, eleger técnicas, calcular, testar, mas antes de aplicar tudo isso prefiro deixar a criatividade fluir e considerar o lado subjetivo (vou falar em subjetividade mais adiante, não vai perder!).

Desta maneira ficamos livres e esta liberdade permite chegar mais facilmente á resultados não convencionais e que por sua vez tende a ser mais marcante para a maioria das pessoas.
Chamo isso de conceito Walt Disney. (que não lembro de quem é a autoria)
Alguém que já tenha ido á Disney consegue esquecer? Não! Porque isso ocorre? Porque é algo diverso ao convencional.

P O R Q U E C H O C A !

Porque te surpreende e então te marca pra sempre. Este conceito é excelente para projetos comerciais mas pode
(e na minha opinião D E V E ser aplicado a qualquer projeto).

Desenho mentalmente a luz, lanço mão de expressão gráfica, maquete de papel e todo e qualquer recurso que se faça necessário até esgotar as possibilidades. Só depois disso que vou buscar equipamentos, fazer cálculos e simulações.

Projeto de iluminação não é sair “pipocando” pontinho em planta ou convencionando regras.

 

 

What???

Muitas vezes o projeto de iluminação é não iluminar, é desenhar com sombras, é provocar sensações.
Nada de receitinha de bolo!

Quer moleza? Vá lá pro outro guichê, pq aqui o nível é hard!

Tá afim de aprender?

Então segue esse time de profissionais dispostos a compartilhar conteúdo e experiências, D . U . V . I . D . O se arrepender!

Ser Lighting Designer é apaixonante … só dói um pouquinho! Hahahahahaha

 

 

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